“A imaginação constrói os trilhos para o percurso do trem da realidade...”
Caroline Casey – astróloga
Meus amigos, vivemos numa sociedade ainda alicerçada nos fundamentos do paradigma newtoniano que entende a realidade como tudo aquilo que, de certa forma, pode impressionar nossos sentidos. E assim, dentro desta concepção acreditamos ( e tudo em que acreditamos se torna real ) que aqui estamos, criaturas materiais, numa realidade física e que, o objetivo de nossa existência é vencer e ser feliz neste mundo material.
Aos poucos, com o avanço das pesquisas no campo da física quântica e suas correlações com os conhecimentos das antigas tradições orientais, o paradigma holístico vem se expandindo e trazendo-nos profundas reflexões sobre nós mesmos e sobre nosso papel no universo.
Um dos postulados do novo paradigma é o que se conhece como a LEI DA UNICIDADE – todos os seres existentes no universo estão interligados, como se fôssemos múltiplos raios de um único sol. Portanto, dentro desta visão, a competitividade não faz sentido, pois todos – independentemente da condição social ou financeira, estamos na mesma posição, ou seja, diante de uma vida onde podemos criar através de nossas crenças e convicções uma realidade pessoal, que pode ser de luz ou de escuridão.
O bem e o mal não existem, a não ser dentro de nossas próprias escolhas. Estas sim é que são preponderantes para tecer a realidade feliz ou infeliz de nossa existência.,
Outro postulado oriundo do paradigma holístico é que além do corpo físico, somos seres de energia. Cada um de nós cria a seu redor um campo psico-energético que vai lhe caracterizar a natureza mais íntima. Possuímos a fantástica capacidade de pensar e através do uso do pensamento, criamos nossa realidade energética que vai atrair pela lei da afinidade, outras pessoas/vibrações/pensamentos que sejam compatíveis com a nossa “carteira de identidade energética”
Evidentemente, estar consciente deste nível energético é muito difícil, pois estamos profundamente enraizados na realidade material que dificulta sobremaneira a percepção desses outros níveis da vida. Entretanto, sugiro a você, fazer uma experiência – observe atentamente os pensamentos que emite. Anote-os num caderno ao fim de cada dia. E depois de uma semana, reveja suas anotações. Talvez você irá se surpreender com a quantidade de “lixo mental” que produziu e jogou na psicosfera, poluindo-a um pouco mais. Ou talvez, se surpreenda com o grande número de pensamentos tóxicos que emitiu, atingindo primeiro a si próprio e depois a outras pessoas do seu relacionamento.
Ao tomar consciência dessas leis, nossa responsabilidade aumenta muito, pois percebemos que somos seres dotados da poderosa capacidade de criar nossa realidade pessoal e de transformar a realidade exterior, hoje tão conturbada, que caracteriza a atual civilização.
Tudo depende da nossa escolha, nunca nos esquecendo da velha advertência de que, se a sementeira é livre, a colheita será obrigatória...
Muita paz a todos nós!
Muita luz para o mundo!
Luiz Sérgio
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
SAUDE X DOENÇA
Não é necessário muito esforço para se perceber que vivemos numa época caracterizada pela grande quantidade de informações que chega, dia a dia ao nosso conhecimento, influenciando de diversas maneiras o comportamento, as crenças e atitudes de todos nós.
Dentro de tal contexto, surge naturalmente a preocupação com a saúde – dicas, conselhos, teorias de como viver uma vida saudável surgem de todos os cantos, algumas coerentes, outras exdrúxulas e mirabolantes. Mas... o que é mesmo uma vida saudável?...O que vem a ser o estado de saúde?
Sempre que se pensa a respeito, associamos o conceito de saúde aos aspectos físicos do ser humano. Entretanto, a saúde é muito mais do que a simples ausência de doenças físicas.
Saúde é um conceito multifatorial de grande abrangência.
A própria OMS – Organização Mundial de Saúde, define o termo como sendo o “bem estar bio-psico-social e espiritual do ser”, entendendo que além dos aspectos físicos há que se levar em consideração os aspectos psíquicos (emocionais) e sociais (relacionamentos) na compreensão global do que venha ser um estado de saúde.
A esta visão agregaríamos outros fatores que julgo de grande importância para uma vida equilibrada e saudável:
1. UMA RELAÇÃO DE EQUILÍBRIO ENTRE O HOMEM E O MEIO AMBIENTE.
Felizmente, cada vez com mais intensidade, se revela a conduta desastrada e egoísta do homem em relação à sua morada cósmica. Poluição de rios e nascentes, desmatamento generalizado, aumento do buraco da camada de ozônio e tantos outros danos ecológicos enchem as manchetes de nossos jornais.
Já é tempo do ser humano perceber que, se continuar com tais atitudes, colocará em risco a sobrevivência da própria espécia. Os fenômenos climáticos dos últimos tempos são um recado claro de que a Mãe Terra não está mais suportando a conduta destrutiva de seus filhos.
2. A DESCOBERTA DOS CAMPOS ENERGÉTICOS HUMANOS.
Recentes pesquisas vem apontando para a existência, no ser humano, de um campo energético que regula e se relaciona com cada célula de nosso organismo.
Tais evidências vem confirmar a base de doutrinas médicas já existentes, como a homeopatia ( criada por Samuel Hahnemann em 1796) e a acupuntura ( praticada pelos chineses há milênios )
A percepção desta rede energética no ser humano se estende às áreas psíquicas , pois se percebe que a maneira de pensar e as crenças que trazemos conosco, moldam a própria realidade. A psiquiatria e a psicologia holísticas ( do grego HOLOS = todo ) vem demonstrar que o otimismo, a esperança, a prática de boas ações (serviço voluntário ) e o sorriso são atitudes altamente terapêuticas, conduzindo o homem à saúde e ao bem estar.
3. A BUSCA DE UMA BASE ESPIRITUAL:
Percebe-se na atualidade, uma grande busca pelo homem de alguma direção espiritual, expressa na procura cada vez mais crescente dos mais variados movimentos religiosos.
Independentemente de quaisquer outras razões, o homem se defronta com a realidade de sua finitude material, debruçando-se nas questões de sua transcedentalidade. A morte é o fim de tudo, ou a essência do ser sobrevive ao fim de seu corpo físico?
No bojo das ciências psíquicas, vemos surgir a psicologia transpessoal, levando em conta os aspectos espirituais da existência, ao estudar os estados alterados de consciência, não como distúrbios psicopatológicos e sim como possibilidade de se atingir planos mais sutis da própria existência.
Como pudemos perceber nessas breves linhas, o Ser Humano deste começo de século caminha celeremente para uma compreensão holísticaa de si mesmo e de suas relações com seus semelhantes e com o próprio planeta.
Tal visão, com certeza, trará novos desafios e sepultará de vez, velhos conceitos que não mais terão utilidade na compreensão da vida.
Nunca como nos dias atuais, o homem esteve tão perdido e – paradoxalmente, tão perto do encontro consigo mesmo.
Precisamos definitivamente entender o propósito de nossa vida e trabalhar para que o fenômeno da globalização não ocorra apenas (e de forma egoísta e mesquinha) no terreno da economia e sim transforme realmente esse mundo num lugar mais justo e igualitário.
Aí sim, poderemos nos dizer seres saudáveis, vivendo fraternalmente, num mundo de paz e felicidade!
Dentro de tal contexto, surge naturalmente a preocupação com a saúde – dicas, conselhos, teorias de como viver uma vida saudável surgem de todos os cantos, algumas coerentes, outras exdrúxulas e mirabolantes. Mas... o que é mesmo uma vida saudável?...O que vem a ser o estado de saúde?
Sempre que se pensa a respeito, associamos o conceito de saúde aos aspectos físicos do ser humano. Entretanto, a saúde é muito mais do que a simples ausência de doenças físicas.
Saúde é um conceito multifatorial de grande abrangência.
A própria OMS – Organização Mundial de Saúde, define o termo como sendo o “bem estar bio-psico-social e espiritual do ser”, entendendo que além dos aspectos físicos há que se levar em consideração os aspectos psíquicos (emocionais) e sociais (relacionamentos) na compreensão global do que venha ser um estado de saúde.
A esta visão agregaríamos outros fatores que julgo de grande importância para uma vida equilibrada e saudável:
1. UMA RELAÇÃO DE EQUILÍBRIO ENTRE O HOMEM E O MEIO AMBIENTE.
Felizmente, cada vez com mais intensidade, se revela a conduta desastrada e egoísta do homem em relação à sua morada cósmica. Poluição de rios e nascentes, desmatamento generalizado, aumento do buraco da camada de ozônio e tantos outros danos ecológicos enchem as manchetes de nossos jornais.
Já é tempo do ser humano perceber que, se continuar com tais atitudes, colocará em risco a sobrevivência da própria espécia. Os fenômenos climáticos dos últimos tempos são um recado claro de que a Mãe Terra não está mais suportando a conduta destrutiva de seus filhos.
2. A DESCOBERTA DOS CAMPOS ENERGÉTICOS HUMANOS.
Recentes pesquisas vem apontando para a existência, no ser humano, de um campo energético que regula e se relaciona com cada célula de nosso organismo.
Tais evidências vem confirmar a base de doutrinas médicas já existentes, como a homeopatia ( criada por Samuel Hahnemann em 1796) e a acupuntura ( praticada pelos chineses há milênios )
A percepção desta rede energética no ser humano se estende às áreas psíquicas , pois se percebe que a maneira de pensar e as crenças que trazemos conosco, moldam a própria realidade. A psiquiatria e a psicologia holísticas ( do grego HOLOS = todo ) vem demonstrar que o otimismo, a esperança, a prática de boas ações (serviço voluntário ) e o sorriso são atitudes altamente terapêuticas, conduzindo o homem à saúde e ao bem estar.
3. A BUSCA DE UMA BASE ESPIRITUAL:
Percebe-se na atualidade, uma grande busca pelo homem de alguma direção espiritual, expressa na procura cada vez mais crescente dos mais variados movimentos religiosos.
Independentemente de quaisquer outras razões, o homem se defronta com a realidade de sua finitude material, debruçando-se nas questões de sua transcedentalidade. A morte é o fim de tudo, ou a essência do ser sobrevive ao fim de seu corpo físico?
No bojo das ciências psíquicas, vemos surgir a psicologia transpessoal, levando em conta os aspectos espirituais da existência, ao estudar os estados alterados de consciência, não como distúrbios psicopatológicos e sim como possibilidade de se atingir planos mais sutis da própria existência.
Como pudemos perceber nessas breves linhas, o Ser Humano deste começo de século caminha celeremente para uma compreensão holísticaa de si mesmo e de suas relações com seus semelhantes e com o próprio planeta.
Tal visão, com certeza, trará novos desafios e sepultará de vez, velhos conceitos que não mais terão utilidade na compreensão da vida.
Nunca como nos dias atuais, o homem esteve tão perdido e – paradoxalmente, tão perto do encontro consigo mesmo.
Precisamos definitivamente entender o propósito de nossa vida e trabalhar para que o fenômeno da globalização não ocorra apenas (e de forma egoísta e mesquinha) no terreno da economia e sim transforme realmente esse mundo num lugar mais justo e igualitário.
Aí sim, poderemos nos dizer seres saudáveis, vivendo fraternalmente, num mundo de paz e felicidade!
CRESCENDO SEMPRE
Do ponto de vista físico, nascemos pequenos e a medida que vamos nos alimentando, o organismo vai se desenvolvendo sob o impulso do processo do crescimento. O corpo vai se modificando, passando por sucessivas etapas de transformação até que na idade adulta, atingimos o apogeu do crescimento físico. A partir deste momento, se inicia o declínio gradativo das funções biológicas, ocorrendo o processo do envelhecimento de nosso organismo, até a extinção completa da energia vital que nos anima, chegando à morte.
Assim como existe o crescimento físico, também ocorre o crescimento emocional. E de que modo?
Trazemos dentro de nós, um conjunto de características (espirituais e genéticas) que, em contato com o tipo de educação recebido dos pais, irá promover o desenvolvimento (pleno ou restrito) de nossos aspectos emocionais. Mais à frente iremos conversar um pouco sobre as crenças que assumimos na infância e que vão determinar o futuro comportamento na vida adulta. Por enquanto, vamos ficar no processo do crescimento emocional. É evidente que se faz necessário o exercício da vontade consciente, pois nada acontecerá se ficarmos numa atitude passiva, esperando que as coisas venham de fora e que a felicidade e o bem estar caiam do céu. Como bem dizia Geraldo Vandré – “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer...”. O ritmo de crescimento psicológico da pessoa depende básicamente do conflito entre a necessidade de segurança e a oferta de estímulos. Costumo dizer que a vida pode ser comparada a um barquinho...podemos deixá-lo amarrado fortemente no cais e aí então estará a salvo de tormentas e perigos, muito embora condenado à estagnação sem cumprir seu destino básico que é navegar. Ao contrário, nosso barquinho poderá se desprender do cais e viajar léguas sem conta, descobrindo lugares maravilhosos e excitantes paisagens. Mas, tal atitude é muito arriscada!...
Sim...e daí? Viver plenamente implica correr riscos.
Infelizmente, a maioria das pessoas ainda faz opção por grossas correntes a amarrar seus barcos na beira de um cais velho e desbotado... afirmam com frequência preferir ficar como estão – mesmo sofrendo com isso – a escolher a mudança e partir rumo ao desconhecido. Como diz Edoardo Giustti, em seu livro A Arte de Reencontrar-se – “ Agindo dessa forma a pessoa só procura justificativa para poder repetir sem fim o velho espetáculo de lamentar-se. Todos os dias encontramos rostos frustados que se movimentam como se robotizados, perpetuando sua própria insatisfação, incapazes e impotentes de saírem do círculo vicioso.”
Crescer portanto, seria abandonar uma posição desconfortável mas conhecida por outra desconhecida na intenção de se alcançar um nível mais prazeroso e satisfatório de vida, mesmo que isto exija uma atitude corajosa de saltar rumo ao desconhecido. Muitas vezes, a vida em sua sabedoria natural acaba por nos “convidar” á mudança, através de situações imprevistas e até mesmo dolorosas. Trazemos indelevelmente marcado em nosso interior o impulso divino de seguir para a frente buscando sempre a felicidade e a paz. Este impulso é irresistível e, se tivermos sabedoria, tudo que temos de fazer é não dificultar as coisas e deixar que, naturalmente a felicidade se instale em nosso caminho.
Assim como existe o crescimento físico, também ocorre o crescimento emocional. E de que modo?
Trazemos dentro de nós, um conjunto de características (espirituais e genéticas) que, em contato com o tipo de educação recebido dos pais, irá promover o desenvolvimento (pleno ou restrito) de nossos aspectos emocionais. Mais à frente iremos conversar um pouco sobre as crenças que assumimos na infância e que vão determinar o futuro comportamento na vida adulta. Por enquanto, vamos ficar no processo do crescimento emocional. É evidente que se faz necessário o exercício da vontade consciente, pois nada acontecerá se ficarmos numa atitude passiva, esperando que as coisas venham de fora e que a felicidade e o bem estar caiam do céu. Como bem dizia Geraldo Vandré – “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer...”. O ritmo de crescimento psicológico da pessoa depende básicamente do conflito entre a necessidade de segurança e a oferta de estímulos. Costumo dizer que a vida pode ser comparada a um barquinho...podemos deixá-lo amarrado fortemente no cais e aí então estará a salvo de tormentas e perigos, muito embora condenado à estagnação sem cumprir seu destino básico que é navegar. Ao contrário, nosso barquinho poderá se desprender do cais e viajar léguas sem conta, descobrindo lugares maravilhosos e excitantes paisagens. Mas, tal atitude é muito arriscada!...
Sim...e daí? Viver plenamente implica correr riscos.
Infelizmente, a maioria das pessoas ainda faz opção por grossas correntes a amarrar seus barcos na beira de um cais velho e desbotado... afirmam com frequência preferir ficar como estão – mesmo sofrendo com isso – a escolher a mudança e partir rumo ao desconhecido. Como diz Edoardo Giustti, em seu livro A Arte de Reencontrar-se – “ Agindo dessa forma a pessoa só procura justificativa para poder repetir sem fim o velho espetáculo de lamentar-se. Todos os dias encontramos rostos frustados que se movimentam como se robotizados, perpetuando sua própria insatisfação, incapazes e impotentes de saírem do círculo vicioso.”
Crescer portanto, seria abandonar uma posição desconfortável mas conhecida por outra desconhecida na intenção de se alcançar um nível mais prazeroso e satisfatório de vida, mesmo que isto exija uma atitude corajosa de saltar rumo ao desconhecido. Muitas vezes, a vida em sua sabedoria natural acaba por nos “convidar” á mudança, através de situações imprevistas e até mesmo dolorosas. Trazemos indelevelmente marcado em nosso interior o impulso divino de seguir para a frente buscando sempre a felicidade e a paz. Este impulso é irresistível e, se tivermos sabedoria, tudo que temos de fazer é não dificultar as coisas e deixar que, naturalmente a felicidade se instale em nosso caminho.
REGRAS DE SAÚDE
De maneira bem simples, podemos dizer que temos qualidade de vida quando conseguimos funcionar adequadamente em todas as áreas da nossa vida. Trago algumas sugestões que, se bem executadas, com certeza irão lhe trazer melhor qualidade para sua vida:
- Pratique algum tipo de atividade física, pelo menos três vezes por semana.
- Procure dormir em horários regulares e ter uma alimentação a mais equilibrada possível (pouca gordura animal e bastante fibras).
- Não leve para casa os problemas e preocupações do seu trabalho. Procure selecionar o padrão de seus pensamentos, não deixando se influenciar por opiniões negativistas.
- Procure pensar de maneira otimista, procurando sempre fazer a pergunta: “o que posso aprender com essa experiência?”, mesmo nas situações mais negativas.
- Aprenda a rir dos obstáculos e dificuldades. O bom humor faz muito bem à saúde, melhorando nosso sistema imunológico.
- Encare as mudanças como novas chances de atingir seus objetivos.
- Procure abrir mais espaço em sua vida para conviver com seus familiares. Desligue um pouco a TV, desmarque os compromissos possíveis e lembre-se de que a convivência com os que amamos é o verdadeiro prazer da vida
- Procure entrar mais em contato com a natureza. Pise descalço na grama, passeie em um parque perto de sua casa, vá à praia e respire ar puro.
- Solte sua criatividade e tenha algum hobbie que lhe faça feliz. Aprenda um instrumento musical, dance, faça teatro ou entre para um coral.
- Tenha fé na vida e em você mesmo. Nunca desista dos seus sonhos!
- Procure exercitar a amorosidade, praticando algum tipo de trabalho voluntário.
- Aprenda a perdoar seus desafetos e viva mais leve.
Enfim, compreenda que QUALIDADE DE VIDA é uma opção, uma escolha sua e somente SUA!
- Pratique algum tipo de atividade física, pelo menos três vezes por semana.
- Procure dormir em horários regulares e ter uma alimentação a mais equilibrada possível (pouca gordura animal e bastante fibras).
- Não leve para casa os problemas e preocupações do seu trabalho. Procure selecionar o padrão de seus pensamentos, não deixando se influenciar por opiniões negativistas.
- Procure pensar de maneira otimista, procurando sempre fazer a pergunta: “o que posso aprender com essa experiência?”, mesmo nas situações mais negativas.
- Aprenda a rir dos obstáculos e dificuldades. O bom humor faz muito bem à saúde, melhorando nosso sistema imunológico.
- Encare as mudanças como novas chances de atingir seus objetivos.
- Procure abrir mais espaço em sua vida para conviver com seus familiares. Desligue um pouco a TV, desmarque os compromissos possíveis e lembre-se de que a convivência com os que amamos é o verdadeiro prazer da vida
- Procure entrar mais em contato com a natureza. Pise descalço na grama, passeie em um parque perto de sua casa, vá à praia e respire ar puro.
- Solte sua criatividade e tenha algum hobbie que lhe faça feliz. Aprenda um instrumento musical, dance, faça teatro ou entre para um coral.
- Tenha fé na vida e em você mesmo. Nunca desista dos seus sonhos!
- Procure exercitar a amorosidade, praticando algum tipo de trabalho voluntário.
- Aprenda a perdoar seus desafetos e viva mais leve.
Enfim, compreenda que QUALIDADE DE VIDA é uma opção, uma escolha sua e somente SUA!
sábado, 24 de setembro de 2011
A LEI DE UNICIDADE
Um dia ou um de nós pode ser acometido por uma sensação estranha de estar “fora de casa” ou não pertencer a este mundo. Aí bate uma certa tristeza ou nostalgia...talvez uma saudade que nem bem sabemos de onde vem...A vida vai bem, tudo está no seu lugar, mas aquela sensação “faltante” teima em permanecer como uma outro, qualquer nuvenzinha cinza sobre nossa cabeça. Como isso se explica?
À medida que desenvolvia, ao longo das eras, o seu intelecto, o Ser Humano veio perdendo um de seus referenciais básicos que é o sentido de pertencer à unidade cósmica. Apelando para a capacidade imaginativa do leitor vou propor que façamos um exercício de saltar fora do tempo e do espaço e nos tornarmos observadores do universo. Nessa posição, podemos tomar Deus como sendo o referencial de unidade suprema – O Absoluto. Esta unidade ao manifestar-se cria o universo e a partir de então, surge o conceito de polaridade a reger o mundo das formas tangíveis. Assim, como vivemos limitados dentro dos conceitos de espaço/tempo, nossa mente funciona a partir da percepção dos opostos (ying/yang, noite/dia, homem/mulher, quente/frio, etc,etc)
Jan Smuts, militar e estadista inglês, tornou-se conhecido como pioneiro do movimento holístico no sec. XX, muito embora as idéias de que tudo no universo está em estreita conexão já eram conhecidas desde os tempos recuados de Heráclito, Pitágoras e Aristóteles. A nível físico, o reconhecimento de que o organismo é uma só unidade e o que ocorre em uma parte afeta o todo já era reconhecido pela homeopatia, pela medicina chinesa e por tradições xamânicas de povos considerados “primitivos”.
Ainda com a visão ampliada, podemos afirmar que o primeiro trauma do Ser é a dor que experimenta ao perceber-se separado de Deus. Ao sair do útero divino em seu “parto” original, a Essência Humana chora o desligamento da fonte que o criou e que o acalentava. A partir deste instante, individualizada e consciente de sua própria existência, está fadada a percorrer o caminho da eternidade, desenvolvendo toda sua potencialidade a fim de retornar, plena e sábia ao regaço do Criador. Defrontamo-nos então com o que definimos como o paradoxo da evolução, ou seja: saímos das entranhas de Deus e nosso destino é caminhar para a frente com o objetivo de chegar ao ponto final que é o ponto de partida – aos braços do Pai Eterno. Como bem nos diz o poeta inglês, Eliot :”- E ao final de nossas longas explorações chegaremos ao lugar de onde partimos e o conheceremos então pela primeira vez...”
A percepção da perda da unidade se expressa através de um sentimento vago de contínuo desconforto e vazio existencial. No inconsciente coletivo, esta perda pode ser percebida nas diversas lendas e mitos que falam do pecado original e da perda do paraíso. De maneira poética, o dr. Edward Bach, pioneiro no uso das essências florais no séc. XX, assim trata o assunto:
“O grande postulado que se segue é a compreensão da Unidade de todas as coisas; a compreensão de que o Criador de tudo que existe é amor, e de que tudo aquilo de que temos consciência é, em seu infinito número de formas, manifestação desse Amor, seja ele um planeta ou um seixo, seja uma estrela ou uma gota de orvalho, um homem ou a forma mais elementar de vida. É possível ter um vislumbre dessa concepção se imaginarmos nosso Criador como um grande e brilhante sol de bondade e amor, de cujo centro um infinito número de raios se lança em todas as direções, e que nós e todas as coisas das quais temos consciência somos partículas ao fim desses raios, emitidas para que possam adquirir experiência e conhecimento, mas para, no final retornar ao grande centro. E , posto que para nós cada raio possa parecer como algo separado e distinto dos outros, na realidade ele faz parte do grande Sol que existe no centro. A separação é impossível, pois tão logo um raio de luz seja destacado de sua fonte, ele deixa de existir. Dessa forma, temos uma pequena noção do que significa essa impossibilidade de separação e, ainda que cada raio possa ter sua individualidade, ele apesar disso, faz parte do grande centro gerador de forças. Assim, qualquer ação contra nós próprios ou contra uma pessoa afeta o conjunto porque, causando imperfeição numa parte, isso se reflete no todo, do qual toda partícula deve chegar finalmente à perfeição (citar o livro)
Belas palavras que nos consolidam a certeza de que, mesmo nos momentos aparentemente mais negros e difíceis, somos raios de luz conectados a Deus, o Grande Sol, gerador de tudo que existe!.
À medida que desenvolvia, ao longo das eras, o seu intelecto, o Ser Humano veio perdendo um de seus referenciais básicos que é o sentido de pertencer à unidade cósmica. Apelando para a capacidade imaginativa do leitor vou propor que façamos um exercício de saltar fora do tempo e do espaço e nos tornarmos observadores do universo. Nessa posição, podemos tomar Deus como sendo o referencial de unidade suprema – O Absoluto. Esta unidade ao manifestar-se cria o universo e a partir de então, surge o conceito de polaridade a reger o mundo das formas tangíveis. Assim, como vivemos limitados dentro dos conceitos de espaço/tempo, nossa mente funciona a partir da percepção dos opostos (ying/yang, noite/dia, homem/mulher, quente/frio, etc,etc)
Jan Smuts, militar e estadista inglês, tornou-se conhecido como pioneiro do movimento holístico no sec. XX, muito embora as idéias de que tudo no universo está em estreita conexão já eram conhecidas desde os tempos recuados de Heráclito, Pitágoras e Aristóteles. A nível físico, o reconhecimento de que o organismo é uma só unidade e o que ocorre em uma parte afeta o todo já era reconhecido pela homeopatia, pela medicina chinesa e por tradições xamânicas de povos considerados “primitivos”.
Ainda com a visão ampliada, podemos afirmar que o primeiro trauma do Ser é a dor que experimenta ao perceber-se separado de Deus. Ao sair do útero divino em seu “parto” original, a Essência Humana chora o desligamento da fonte que o criou e que o acalentava. A partir deste instante, individualizada e consciente de sua própria existência, está fadada a percorrer o caminho da eternidade, desenvolvendo toda sua potencialidade a fim de retornar, plena e sábia ao regaço do Criador. Defrontamo-nos então com o que definimos como o paradoxo da evolução, ou seja: saímos das entranhas de Deus e nosso destino é caminhar para a frente com o objetivo de chegar ao ponto final que é o ponto de partida – aos braços do Pai Eterno. Como bem nos diz o poeta inglês, Eliot :”- E ao final de nossas longas explorações chegaremos ao lugar de onde partimos e o conheceremos então pela primeira vez...”
A percepção da perda da unidade se expressa através de um sentimento vago de contínuo desconforto e vazio existencial. No inconsciente coletivo, esta perda pode ser percebida nas diversas lendas e mitos que falam do pecado original e da perda do paraíso. De maneira poética, o dr. Edward Bach, pioneiro no uso das essências florais no séc. XX, assim trata o assunto:
“O grande postulado que se segue é a compreensão da Unidade de todas as coisas; a compreensão de que o Criador de tudo que existe é amor, e de que tudo aquilo de que temos consciência é, em seu infinito número de formas, manifestação desse Amor, seja ele um planeta ou um seixo, seja uma estrela ou uma gota de orvalho, um homem ou a forma mais elementar de vida. É possível ter um vislumbre dessa concepção se imaginarmos nosso Criador como um grande e brilhante sol de bondade e amor, de cujo centro um infinito número de raios se lança em todas as direções, e que nós e todas as coisas das quais temos consciência somos partículas ao fim desses raios, emitidas para que possam adquirir experiência e conhecimento, mas para, no final retornar ao grande centro. E , posto que para nós cada raio possa parecer como algo separado e distinto dos outros, na realidade ele faz parte do grande Sol que existe no centro. A separação é impossível, pois tão logo um raio de luz seja destacado de sua fonte, ele deixa de existir. Dessa forma, temos uma pequena noção do que significa essa impossibilidade de separação e, ainda que cada raio possa ter sua individualidade, ele apesar disso, faz parte do grande centro gerador de forças. Assim, qualquer ação contra nós próprios ou contra uma pessoa afeta o conjunto porque, causando imperfeição numa parte, isso se reflete no todo, do qual toda partícula deve chegar finalmente à perfeição (citar o livro)
Belas palavras que nos consolidam a certeza de que, mesmo nos momentos aparentemente mais negros e difíceis, somos raios de luz conectados a Deus, o Grande Sol, gerador de tudo que existe!.
sábado, 17 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
MEDICINA INTEGRAL - 1
Esse artigo pretende ser uma introdução ao que entendemos como medicina integral.
Desde suas origens, o ser humano vem procurando maneiras de curar suas doenças e ferimentos. Em civilizações antigas, como por exemplo, na Mesopotâmia, o médico dava grande importância à interpretação dos sonhos. O exercício da profissão foi pela primeira vez regulamentado no código de Hamurabi. A Medicina evoluiu bastante no Egito, na Índia e na China, mas foi a Grécia que se constituiu no berço da atual medicina alopática.
No sec. V a.C., nasceu na ilha grega de Cós, o grande Hipócrates, considerado o Pai da medicina, que estabeleceu as bases da atual medicina ocidental, elaborando um rigoroso código de ética, cujos preceitos estão contidos no juramento que, até hoje, os médicos fazem ao se formar.
O modelo médico vigente é estruturado nas bases do paradigma newtoniano/cartesiano onde o importante é a análise das partes, como se o corpo fosse uma máquina e a doença, o enguiço ou mau funcionamento de algumas de suas peças. A partir desta premissa perdeu-se a noção de um ser inteiro (pessoa) e o doente passou a ser representado por um vasto conjunto de órgãos e sistemas que para ser saudável, deveria funcionar plenamente.
Dessa visão departamentalizada surgiram os super especialistas, profissionais que detem um profundo saber acerca de um setor específico do conhecimento mas que não conseguem ter a percepção global, esquecendo-se de que o coração, os rins, os pulmões, a pele e cada órgão que compõe o corpo humano não existem isoladamente e sim, como partes inseparáveis de um ser único. Apenas para exemplificar – um cardiologista pode entender que todos os enfartos têm, mais ou menos, a mesma fisiopatologia, mas não pode perder de vista que a vivência de sofrer um infarto é única, característica e totalmente subjetiva.
Com o advento do paradigma holístico, a visão da medicina acadêmica terá oportunidade de expandir seus horizontes ao integrar aos seus conceitos, novos planos de manifestação do Ser. A psicossomática, a homeopatia e a acupuntura são exemplos de áreas já aceitas pela medicina oficial que expandem os limites do ser.
Estudos interessantes foram realizados pelo biólogo Rupert Sheldrake sobre o que denominou de campos mórficos. De acordo com suas pesquisas, os organismos vivos herdam, além dos genes, os campos mórficos. Os genes são transferidos materialmente de uma geração a outra, enquanto os campos mórficos seriam herdados de forma não material não apenas de seus pais diretos, mas de toda a espécie. O organismo em desenvolvimento cresceria sob a orientação desses campos que conteriam a memória coletiva da espécie.
Tais pesquisas apontam para a existência de um nível energético no ser humano, no qual funcionariam a acupuntura e a homeopatia, ambas já reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina, bem como outras técnicas conhecidas como terapias energéticas ou vibracionais.
Se continuarmos nosso mergulho nas profundezas do ser, vamos encontrar além do plano material e energético, o que as religiões denominam de Espírito e as escolas psicológicas mais abertas denominam de Eu profundo, Self ou Eu superior.
Tal instância – o centro do ser – se assim podemos nos expressar, seria a Essência, responsável pela vida dos afetos, dos sentimentos e da transcedentalidade.
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